APRENDENDO COM OS BOLSONAROS

PÉROLAS DO DIA-A-DIA

Sempre se aprende quando menos se espera.  Nesse novo surto de sinceridade de um dos Bolsonaros, há muita coisa que se salva. Por exemplo: que “na velocidade que almejamos” (nós não, eles), não será por vias democráticas. Bom saber, ou melhor, bom confirmar que tipo de via eles almejam.

Quanto à imensa maioria dos brasileiros – menos os 12% que, segundo o Datafolha, votaram no Mito, julgam seu governo de bom para ótimo, e nele dizem confiar sempre – não é bem assim. A transformação que o Brasil quer (não o que eles almejam) já está sendo feita por vias democráticas.

Outra lição sobre a coragem moral. Diz o ditado que “quem diz o que quer, ouve o que não quer”. Na nova concepção pós-moderna, e em que o “sentimento” é mais verdadeiro do que a verdade dos fatos, o ditado fica assim: “quem diz o que quer, se licencia” e não precisa ouvir a ira dos ofendidos.

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